quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Olá pessoal, boa tarde!😍😍


Já que no post anterior falei sobre os verbos no modo indicativo e subjuntivo, então hoje resolvi falar um pouquinho sobre os substantivos e adjetivos.



 SUBSTANTIVO: Nada mais é do tudo o que dar nome as coisas, ou seja, tudo que nomeia as coisas, que evidência a substância, a essência. Gramaticalmente, substantivo é qualquer palavra que nomeia tudo que existe. É tudo que dá nome aos seres, a tudo que você vê, ouve, sente ou imagina. Ex.: casa, avião, grito, música, felicidade, amor, etc.
Existe vários tipos de substantivos, os quais cada um tem a sua função e propósito dentro da gramática. 


Quanto ao elemento que designa, o substantivo classifica-se em: próprio (Brasil), comum (cidade), concreto (caneta), abstrato (beleza), simples (flor), composto (beija-flor), primitivo (carro), derivado (carrinho).
O substantivo coletivo é todo aquele comum, mesmo no singular, que designa vários seres da mesma espécie: atlas (de mapas), biblioteca (de livros), enxame (de abelhas) etc.

Agora vamos falar um pouco sobre os adjetivos.

ADJETIVO: Adjetivo é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, defeito, estado, condição, etc. Ex.: homem bom (qualidade), menino traquina (defeito), moça feliz (estado), família rica (condição).


Importante:o adjetivo pode aparecer antes ou depois do substantivo. Ex.: linda moça ou moça linda.

Agora vou explicar as flexões dos adjetivos, porém, antes eu vou dar uma breve explicação do que é uma flexão verbal. As flexões verbais são expressas por meio dos tempos, modo e pessoa da seguinte forma: - O tempo indica o momento em que ocorre o processo verbal
. - O modo indica a atitude do falante (dúvida, certeza, impossibilidade, pedido, imposição, etc.) - A pessoa marca na forma do verbo a pessoa gramatical do sujeito.



Flexões dos adjetivos

Um adjetivo apresenta três formas de flexão: gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (comparativo e superlativo).
O grau do adjetivo expressa a intensidade com que o adjetivo caracteriza o substantivo. O grau comparativo pode ser de superioridade (mais alta que), de igualdade (tão alta quanto) e inferioridade (menos alta que).
O grau superlativo indica que uma característica é atribuída em máxima intensidade ao substantivo. O grau superlativo pode ser absoluto e relativo. O absoluto pode ser sintético (A árvore era altíssima), e analítico (A árvore era muito alta). O grau relativo pode ser de superioridade (Essa árvore é a mais alta da praça) e de inferioridade (Essa árvore é a menos verde da praça).
Logo abaixo segue dois vídeos explicando melhor sobre os SUBSTANTIVOS E ADJETIVOS.


SUBSTANTIVOS




ADJETIVOS 






Espero que vocês tenham aproveitado mais um post meu para esclarecer melhor a suas dúvidas a respeito de como funciona algumas regrinhas da nossa gramática. 







sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Olá pessoal, uma boa tarde à todos!


Hoje o meu post estará explicando para vocês um pouquinho a respeito dos modos verbais no indicativo e no subjuntivo.
Ontem foi o dia da prova da professora Ângela, e parte da prova dela é exatamente sobre os modos indicativo e subjuntivo.






  • No que diz repeito ao modo indicativo a tabela abaixo irá exemplificar um pouco para vocês.
  • Explicação de cada tempo verbal:


Presente: É se remete ao que eu faço agora, ex: eu gosto.
Pretérito (passado) perfeito: É um passado que eu realizei, ex: eu gostei.
Pretérito imperfeito: O que eu fazia e não faço mais, ex: eu gostava.
Pretérito mais-que-perfeito: sempre será o que cuja a conjugação será a mais bonita, ex: eu gostara.
Futuro do pretérito: Um futuro que eu estou preste a realizar, ex: Eu gostarei.
Futuro do pretérito: Será sempre uma possibilidade, ex: eu gostaria. 



  • No que diz respeito ao modo subjuntivo, segue a tabela abaixo:



No modo subjuntivo o verbo sempre estará acompanhado de:
Que no presente.
Se no pretérito imperfeito.
Quando no futuro.

Mas afinal, o que é o verbo pessoal? Geralmente conhecemos o verbo pelo aquele que denomina a ação, por exemplo:
"A menina correu muito!"
Na frase o verbo é a palavra grifada acima, pois ela está descrevendo a ação da menina. Contudo, o verbo também pode ser um fenômeno da natureza, como também um estado. Segue abaixo os exemplos.
A – ação                E – estado               FN – fenômeno da natureza

( E ) Todas as crianças parecem satisfeitas com o lanche.
( FN ) Chove muito na fazenda.       
( A ) Os alunos e professores resolveram os problemas juntos.
( A ) Muito alegres, cantamos a noite inteira.
( E ) Todas as baleias estão deliciadas com sua liberdade.

  • Os verbos podem ser classificados como:

Regular: Quando não aparece nenhum defeitos nas alterações, quando o radical não muda.
Irregular: Aparece algumas mudanças nas conjugações.
Defectivo: Os chamamos verbos com defeitos, pois os mesmos não podem ser classificados em todos os tempos, modos, números e pessoas. 
Anômalo: Quando o radical muda completamente.
Abundante: São aqueles verbos terminados em ido, ado.

  • E o radical, o que seria? Ele é o que vai originar as outras palavras, o que não muda. Ex: Saber, neste verbo, o radical será o sab.


  • Também temos a classificação dos verbos no INFINITIVO. Este por sua vez, é todo o verbo terminado em AR, ER ou IR. Cujo essas conjugações são classificadas em 1º, 2º e 3º conjugação, exemplo:






  • O particípio é a forma nominal que expressará o resultado do fato verbal, ou seja, indicará uma ação já realizada, finalizada.

Verbos no particípio regular: Os verbos no particípio regular serão empregados na voz ativa ao lado dos verbos auxiliares ter e haver.
Verbos no particípio irregular: Os verbos no particípio irregular serão empregados na voz passiva ao lado dos verbos auxiliares ser e estar.
Vejamos os exemplos na tabela abaixo:



E o GERÚNDIO nada mais é, do que os verbosa terminados em ndo, exemplo:

  • E por último, não podemos esquecer da classificação de número e pessoas. 



  • Também irei postar logo abaixo um vídeo aula, para maiores explicações.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Olá, boa tarde amigos e amigas que acompanham os meus posts.😊



É com imensa alegria que estou aqui mais uma vez para compartilhar com vocês as aulas que mais tem me marcado na faculdade.

Contudo, hoje não vou me atentar a uma aula em especifico. 

Esta semana está acontecendo a "Semana Pedagógica", na faculdade, a qual está sendo discutido vários temas, trazendo aos alunos a importância de ser ter uma educação de qualidade, a organização do trabalho pedagógico e as temáticas do cotidiano escolar.






A Semana Pedagógica estará acontecendo durante toda a semana, do dia 08/10 ao dia 12/10, com o intuito de aproximar os universitários do papel importantíssimo que eles tem a cumprir durante toda a carreira acadêmica. 
É notável que a até hoje os educadores não tem a valorização merecida, nem pela sociedade, nem pelo estado, o que leva muitos até mesmo a desmerecer a formação pedagógica. Contudo, o professor tem uma grande influência na formação do ser, tanto profissional, quanto pessoal. Tornando-o assim, um agente no  processo educacional de valores da criança na fase inicial de sua vida.
Outro quesito importante, é que o professor não está na sala de aula para ensinar, mas sim, para facilitar a aprendizagem ao aluno. É de extrema importância que todo educador tenha a consciência de transmitir princípios para seus alunos, visto que esses serão norteadores de sua própria vida, inclusive colocando seu ponto de vista diante de uma determinada situação. 
 Na Semana Pedagógica está sendo acontecendo palestras com profissionais da área educacional, tanto da própria instituição, como com profissionais de fora. Os quais os mesmos, vem está abordando temas que nos nos aproximar ainda mais na realidade escolar, como outros, por exemplo:
Na palestra da segunda, foi falado sobre a  MICROBIOTA.
Microbiota é um conjunto dos micro-organismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, mas também alguns protozoários, que geralmente têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes.


Função da microbiota da pele para saúde


A pele está em contato direto com o ambiente e está habitada e em constante exposição com os micro-organismos do ambiente. A microbiota da pele interage com outros micróbios, com as células humanas e com o sistema imune em diferentes formas que mediam o risco de doenças. Distúrbios nessa microbiota pode influenciar no aparecimento de doenças.


  • Segue abaixo um vídeo explicando um pouquinho melhor sobre a microbiota.




Abraços pessoal, e até o meu próximo post!😘




sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Boa tarde galerinha!

Mais uma semana passou pessoal!
Como o tempo passa rápido, não é mesmo?
 Hoje vamos falar um pouquinho a respeito do pronome relativo "onde".



 Essa semana, as aulas de português foram muito produtivas. Depois de tantos seminários que apresentei, chegou a vez da apresentação da Prof. Ângela. 
A professora expôs alguns casos em que o pronome estava errado nas frases.

O meu caso, foi o "Caso 7", com a seguinte frase:


  • Nos autos, foram colhidos depoimento onde  ficou evidente a culpa do réu.

Como classe morfológica, "onde" pode ser um advérbio interrogativo ("Onde está o homem?") e pronome relativo ("Esta é a cidade onde nasci.")
 O "onde" nesta frase é um pronome relativo.
A propósito, deve referir-se sempre a lugar físico, espacial ou geográfico, sendo inadequado seu uso quando atrelado a situações diversas.
Agora vamos corrigir a frase, de acordo com as regras.

Nos autos, foram colhidos depoimento onde  ficou evidente a culpa do réu.

Pode-se perceber, que o referente "depoimentos" indica um domínio não geográfico. Dessa forma, a frase deve ser corrigida da seguinte maneira:

Nos autos, foram colhidos depoimento em que/ nos quais  ficou evidente a culpa do réu.  

Como podemos observar, o pronome "onde" só pode ser usado quando o seu antecedente indicar um lugar físico. 



Abaixo segue um video para compreensão dos pronomes relativos, espero que gostem!






Até o meu próximo post galerinha!💗


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Oiiie, voltei pessoal!
Boa tarde!


Hoje o assunto abordado será sobre a importância da "Hora do conto" para o aprendizado do aluno.
Semana passada foi dia de vistar a biblioteca do escolar aqui do IAP pela segunda vez, mas dessa vez foi com outro propósito. 
Na segunda e terça-feria da semana passada, eu e o meu grupo foi quem contamos para as crianças a história.
E adivinhem qual o tema da nossa história?



Foi a vez das crianças ouvirem a magnífica historinha da Galinha Ruiva.




A história falava sobre o desejo da "Galinha Ruiva" de comer um delicioso bolo de milho. Como ela não tinha o milho para fazer o bolo, ela resolveu plantar uma semente de milho, espera a espiga crescer para depois fazer o seu tão esperado bolo. Contudo, ela precisaria da ajuda dos seus amigos para fazer a plantação do milho, mas, nenhum deles quiseram ajudar a Galinha Ruiva.
Depois de ter feito tudo sozinha, os seus amigos quiseram comer do bolo também, contudo ela se recursou em dar o bolo para eles, sendo que nenhum deles quiseram ajudá-la.
A lição da história foi enfatizada na importância de ajudar ao próximo, e de não esperar as coisas prontas, que tudo na vida tem o tempo certo para acontecer, tem o tempo de plantar, esperar, para depois colher.
Após ter contado a historinha para cada turma, nós ensinamos a eles como plantar o milho.



A "Hora do conto" além de proporcionar um conhecimento para a criança também possibilita a quem estar contando, um grande aprendizado. É importante ter em mente que não basta estar na frente dos alunos e contar a eles uma história qualquer. 
  • É preciso ter conhecimento do interesse que irá ouvir a história;
  • Antes de contar a história é preciso saber do que se trata o assunto, por isso é importante buscar saber sobre o assunto;
  • Ter bastante atenção a linguagem, algumas palavras devem ser evitadas (as que dificultam a compreensão do ouvinte);
  • A história tem que ser adaptada a cada faixa etária;
  • Recursos onomatopaicos (ex: objetos que usamos para chamar atenção dos alunos) contribuem muito para que a história fique mais interessante;
  • É de suma importância que o contador de história encontre o seu estilo de história.
Uma das características no contador de história é o se deixar levar, incorporar o personagem.
Além de todo o conhecimento adquirido através das histórias contadas, a rede a adventista com toda a sua  metodologia de ensino, traz aos alunos sempre uma lição de vida ao final de cada história, proporcionado aos mesmos uma reflexão de vida.



A baixo estão algumas fotos deste momento tão delicioso que tivemos com os pequenos.






Espero mais uma vez ter colaborado para o conhecimento de todos!
Até a próxima 😍😊


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Oiiie pessoas, boa noite!😍


Vamos para mais um post das minhas aulas fantásticas de pedagogia!
Hoje vamos falar da Dislexia, isso mesmo DISLEXIA. 



A Dislexia nada mais é, do que um transtorno específico de
aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizada por dificuldade no
reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de
decodificação e em soletração. Essas dificuldades normalmente resultam de
um déficit no componente fonológico da linguagem e são inesperadas em
relação à idade e outras habilidades cognitivas.

Hoje não iremos nos atentar muito à sua definição em si, mas sim a maneira como a mesma é tratada dentro da sala de aula. Semana passada foi apresentado algumas entrevistas feitas com professores que já tiveram a experiência de ter que ensinar a um aluno disléxico. Onde tanto o meu grupo, como os demais apresentaram algumas práticas pedagógicas que são utilizadas para ensinar a uma criança disléxica.


METODOLOGIAS APLICADAS EM SALA DE AULA:

  • Evitar avaliações que contenham exclusivamente textos longos;
  • Ler a prova em voz alta antes de inicia-la;
  • Dar-lhe mais tempo para realizar a prova;
  • Não registrar notas de avaliações sem antes retomar a prova com o aluno;
  • Valorizar os acertos;
  • Desenvolver hábitos que estimulem o aluno a fazer uso consciente de uma agenda para recados e lembretes;
  • Permita o uso de dispositivos de gravação. Gravadores de áudio podem ajudar os estudantes a vencer dificuldades de leitura. Com eles, é possível ouvir novamente instruções e conceitos dados em sala de aula para melhor reforço ou esclarecimento;
  • Repita com frequência. Uma vez que crianças disléxicas podem apresentar dificuldades com relação à memória de curto prazo, elas tem dificuldades para lembrar daquilo que você diz. Repita instruções, palavras-chaves e conceitos.
  • Faça o uso do ensino por diagnóstico. Você deve sempre avaliar quão bem o aluno entende daquilo que é ensinado. Se algo não ficou claro, a habilidade precisa ser reensinada. Esse é um processo contínuo. Com frequência alunos com dislexia precisam de mais tempo e de instruções mais intensas para aprender um conceito.
Bom pessoal, essas foram algumas metodologias apresentadas. A seguir estarão os prints de algumas conversas que tivemos com professoras formadas na área.










Metodologia de ensino, usada pelo professor do aluno Ishaan Awasthi que era disléxico.👇





Até o meu próximo post, espero ter contribuído para o conhecimento e crescimento de vocês.
Abraços!💛


























terça-feira, 11 de setembro de 2018

Boa tarde pessoal...

Bom... 

Hoje eu vou compartilhar com vocês um pouco da aula da semana passada, com a professora Regineia, na disciplina de Didática.
Foram apresentá-dos seminários que abordavam um pouco das Tendências Pedagógicas. A minha equipe falou sobre a Tendência Progressista Libertadora, e comparou com a Tradicional.
Mas, o que seriam essas Tendências Pedagógicas, Any?
Então, pessoal...
As tendências pedagógicas são divididas em liberais e progressistas. A pedagogia liberal acredita que a escola tem a função de preparar os indivíduos para desempenhar papéis sociais, baseadas nas aptidões individuais. Dessa forma, o indivíduo deve adaptar-se aos valores e normas da sociedade de classe, desenvolvendo sua cultura individual. Com isso as diferenças entre as classes sociais não são consideradas, já que, a escola não leva em consideração as desigualdades sociais. 
Existem quatro tendências pedagógicas liberais: 

Tendências pedagógicas liberais:

  • Tradicional;
  • Renovada;
  • Renovada não-diretiva;
  • Tecnicista.
Tendências pedagógicas progressistas:
  • Libertadora;
  • Libertaria;
  • Crítico-social dos conteúdos.

Como eu já havia mencionado anteriormente, o meu grupo apresentou um seminário falando da LIBERTADORA, e comparou com a TRADICIONAL.  
A Progressista Libertadora é uma tendência pedagógica. Seu maior represente foi Paulo Regis Neves Freires, ou simplesmente Paulo Freire. Em sua metodologia o diálogo é a essência em questão, uma vez que sem ele nada seria possível.
Dentro desta tendência a relação entre professor e aluno se detém a:

  • Ausência de uma hierarquização em sala de aula;
  • O professor pode aprender com o aluno;
  • Ambos são sujeitos a aprendizagem. O professor não é o "dono do saber".

Diferença entre Libertadora e Tradicional:

LIBERTADORA: O papel da educação é conscientizar para transformar a realidade e os conteúdos são extraídos da prática social e cotidiana dos alunos.

TRADICIONAL: Tem como objetivo a transmissão dos padrões, normas e modelos dominantes. Os conteúdos são separados da realidade social e da capacidade cognitiva dos alunos, sendo impostos como verdade absoluta em que apenas o professor tem razão.



Espero que vocês tenham gostado do meu post, que tenha sido produtivo.😉💙
Até a próxima postagem!




Abraços, Any Santiago!