sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Boa tarde galerinha!

Mais uma semana passou pessoal!
Como o tempo passa rápido, não é mesmo?
 Hoje vamos falar um pouquinho a respeito do pronome relativo "onde".



 Essa semana, as aulas de português foram muito produtivas. Depois de tantos seminários que apresentei, chegou a vez da apresentação da Prof. Ângela. 
A professora expôs alguns casos em que o pronome estava errado nas frases.

O meu caso, foi o "Caso 7", com a seguinte frase:


  • Nos autos, foram colhidos depoimento onde  ficou evidente a culpa do réu.

Como classe morfológica, "onde" pode ser um advérbio interrogativo ("Onde está o homem?") e pronome relativo ("Esta é a cidade onde nasci.")
 O "onde" nesta frase é um pronome relativo.
A propósito, deve referir-se sempre a lugar físico, espacial ou geográfico, sendo inadequado seu uso quando atrelado a situações diversas.
Agora vamos corrigir a frase, de acordo com as regras.

Nos autos, foram colhidos depoimento onde  ficou evidente a culpa do réu.

Pode-se perceber, que o referente "depoimentos" indica um domínio não geográfico. Dessa forma, a frase deve ser corrigida da seguinte maneira:

Nos autos, foram colhidos depoimento em que/ nos quais  ficou evidente a culpa do réu.  

Como podemos observar, o pronome "onde" só pode ser usado quando o seu antecedente indicar um lugar físico. 



Abaixo segue um video para compreensão dos pronomes relativos, espero que gostem!






Até o meu próximo post galerinha!💗


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Oiiie, voltei pessoal!
Boa tarde!


Hoje o assunto abordado será sobre a importância da "Hora do conto" para o aprendizado do aluno.
Semana passada foi dia de vistar a biblioteca do escolar aqui do IAP pela segunda vez, mas dessa vez foi com outro propósito. 
Na segunda e terça-feria da semana passada, eu e o meu grupo foi quem contamos para as crianças a história.
E adivinhem qual o tema da nossa história?



Foi a vez das crianças ouvirem a magnífica historinha da Galinha Ruiva.




A história falava sobre o desejo da "Galinha Ruiva" de comer um delicioso bolo de milho. Como ela não tinha o milho para fazer o bolo, ela resolveu plantar uma semente de milho, espera a espiga crescer para depois fazer o seu tão esperado bolo. Contudo, ela precisaria da ajuda dos seus amigos para fazer a plantação do milho, mas, nenhum deles quiseram ajudar a Galinha Ruiva.
Depois de ter feito tudo sozinha, os seus amigos quiseram comer do bolo também, contudo ela se recursou em dar o bolo para eles, sendo que nenhum deles quiseram ajudá-la.
A lição da história foi enfatizada na importância de ajudar ao próximo, e de não esperar as coisas prontas, que tudo na vida tem o tempo certo para acontecer, tem o tempo de plantar, esperar, para depois colher.
Após ter contado a historinha para cada turma, nós ensinamos a eles como plantar o milho.



A "Hora do conto" além de proporcionar um conhecimento para a criança também possibilita a quem estar contando, um grande aprendizado. É importante ter em mente que não basta estar na frente dos alunos e contar a eles uma história qualquer. 
  • É preciso ter conhecimento do interesse que irá ouvir a história;
  • Antes de contar a história é preciso saber do que se trata o assunto, por isso é importante buscar saber sobre o assunto;
  • Ter bastante atenção a linguagem, algumas palavras devem ser evitadas (as que dificultam a compreensão do ouvinte);
  • A história tem que ser adaptada a cada faixa etária;
  • Recursos onomatopaicos (ex: objetos que usamos para chamar atenção dos alunos) contribuem muito para que a história fique mais interessante;
  • É de suma importância que o contador de história encontre o seu estilo de história.
Uma das características no contador de história é o se deixar levar, incorporar o personagem.
Além de todo o conhecimento adquirido através das histórias contadas, a rede a adventista com toda a sua  metodologia de ensino, traz aos alunos sempre uma lição de vida ao final de cada história, proporcionado aos mesmos uma reflexão de vida.



A baixo estão algumas fotos deste momento tão delicioso que tivemos com os pequenos.






Espero mais uma vez ter colaborado para o conhecimento de todos!
Até a próxima 😍😊


quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Oiiie pessoas, boa noite!😍


Vamos para mais um post das minhas aulas fantásticas de pedagogia!
Hoje vamos falar da Dislexia, isso mesmo DISLEXIA. 



A Dislexia nada mais é, do que um transtorno específico de
aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizada por dificuldade no
reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de
decodificação e em soletração. Essas dificuldades normalmente resultam de
um déficit no componente fonológico da linguagem e são inesperadas em
relação à idade e outras habilidades cognitivas.

Hoje não iremos nos atentar muito à sua definição em si, mas sim a maneira como a mesma é tratada dentro da sala de aula. Semana passada foi apresentado algumas entrevistas feitas com professores que já tiveram a experiência de ter que ensinar a um aluno disléxico. Onde tanto o meu grupo, como os demais apresentaram algumas práticas pedagógicas que são utilizadas para ensinar a uma criança disléxica.


METODOLOGIAS APLICADAS EM SALA DE AULA:

  • Evitar avaliações que contenham exclusivamente textos longos;
  • Ler a prova em voz alta antes de inicia-la;
  • Dar-lhe mais tempo para realizar a prova;
  • Não registrar notas de avaliações sem antes retomar a prova com o aluno;
  • Valorizar os acertos;
  • Desenvolver hábitos que estimulem o aluno a fazer uso consciente de uma agenda para recados e lembretes;
  • Permita o uso de dispositivos de gravação. Gravadores de áudio podem ajudar os estudantes a vencer dificuldades de leitura. Com eles, é possível ouvir novamente instruções e conceitos dados em sala de aula para melhor reforço ou esclarecimento;
  • Repita com frequência. Uma vez que crianças disléxicas podem apresentar dificuldades com relação à memória de curto prazo, elas tem dificuldades para lembrar daquilo que você diz. Repita instruções, palavras-chaves e conceitos.
  • Faça o uso do ensino por diagnóstico. Você deve sempre avaliar quão bem o aluno entende daquilo que é ensinado. Se algo não ficou claro, a habilidade precisa ser reensinada. Esse é um processo contínuo. Com frequência alunos com dislexia precisam de mais tempo e de instruções mais intensas para aprender um conceito.
Bom pessoal, essas foram algumas metodologias apresentadas. A seguir estarão os prints de algumas conversas que tivemos com professoras formadas na área.










Metodologia de ensino, usada pelo professor do aluno Ishaan Awasthi que era disléxico.👇





Até o meu próximo post, espero ter contribuído para o conhecimento e crescimento de vocês.
Abraços!💛


























terça-feira, 11 de setembro de 2018

Boa tarde pessoal...

Bom... 

Hoje eu vou compartilhar com vocês um pouco da aula da semana passada, com a professora Regineia, na disciplina de Didática.
Foram apresentá-dos seminários que abordavam um pouco das Tendências Pedagógicas. A minha equipe falou sobre a Tendência Progressista Libertadora, e comparou com a Tradicional.
Mas, o que seriam essas Tendências Pedagógicas, Any?
Então, pessoal...
As tendências pedagógicas são divididas em liberais e progressistas. A pedagogia liberal acredita que a escola tem a função de preparar os indivíduos para desempenhar papéis sociais, baseadas nas aptidões individuais. Dessa forma, o indivíduo deve adaptar-se aos valores e normas da sociedade de classe, desenvolvendo sua cultura individual. Com isso as diferenças entre as classes sociais não são consideradas, já que, a escola não leva em consideração as desigualdades sociais. 
Existem quatro tendências pedagógicas liberais: 

Tendências pedagógicas liberais:

  • Tradicional;
  • Renovada;
  • Renovada não-diretiva;
  • Tecnicista.
Tendências pedagógicas progressistas:
  • Libertadora;
  • Libertaria;
  • Crítico-social dos conteúdos.

Como eu já havia mencionado anteriormente, o meu grupo apresentou um seminário falando da LIBERTADORA, e comparou com a TRADICIONAL.  
A Progressista Libertadora é uma tendência pedagógica. Seu maior represente foi Paulo Regis Neves Freires, ou simplesmente Paulo Freire. Em sua metodologia o diálogo é a essência em questão, uma vez que sem ele nada seria possível.
Dentro desta tendência a relação entre professor e aluno se detém a:

  • Ausência de uma hierarquização em sala de aula;
  • O professor pode aprender com o aluno;
  • Ambos são sujeitos a aprendizagem. O professor não é o "dono do saber".

Diferença entre Libertadora e Tradicional:

LIBERTADORA: O papel da educação é conscientizar para transformar a realidade e os conteúdos são extraídos da prática social e cotidiana dos alunos.

TRADICIONAL: Tem como objetivo a transmissão dos padrões, normas e modelos dominantes. Os conteúdos são separados da realidade social e da capacidade cognitiva dos alunos, sendo impostos como verdade absoluta em que apenas o professor tem razão.



Espero que vocês tenham gostado do meu post, que tenha sido produtivo.😉💙
Até a próxima postagem!




Abraços, Any Santiago!